INTERNACIONALIZAÇÃO
Calçados Bibi amplia internacionalização e busca novas oportunidades na América Latina
Marca visa oportunidades de expansão na Guatemala, Costa Rica e México, além de avançar em Honduras, Paraguai, Equador e Peru.
Publicado em
04/09/2026 às 10:15
Atualizado em
A Calçados Bibi, marca brasileira que é pioneira em calçados infantis, intensifica a estratégia de internacionalização e amplia o mapeamento de oportunidades na América Latina. Com presença consolidada em diferentes mercados da região, a companhia avalia novos projetos de expansão na Guatemala, Costa Rica e México, além de planejar o avanço da operação em Honduras, que conta com um e-commerce da marca, e o aumento da capilaridade no Paraguai, Equador e Peru. Atualmente, são mais de 150 pontos de venda no Brasil e no exterior.
O movimento faz parte do plano estratégico da Bibi para ampliar a presença internacional por meio de operações que combinem crescimento, proximidade com os consumidores e fortalecimento da marca por meio da implantação de uma loja que apresenta todos os seus produtos, de calçados a acessórios. A empresa busca oportunidades em shopping centers principalmente em mercados em que já possui relacionamento comercial e conhecimento da demanda do portfólio.
Entre as prioridades está a abertura de novas lojas na Guatemala e na Costa Rica. Em Honduras, após a implantação do primeiro e-commerce da marca no país, a Bibi avalia a possibilidade de estruturar uma operação física, ampliando os pontos de contato com os consumidores locais. A empresa também planeja a abertura de uma segunda loja no Paraguai, enquanto trabalha para aumentar a presença no Equador e no Peru. No México, país considerado estratégico para a expansão latino-americana, a equipe da franqueadora esteve em agosto deste ano avaliando o mercado e analisando estratégias para aumentar a atuação da Bibi. O objetivo é identificar os melhores formatos e oportunidades para um crescimento sustentável no país mexicano.
“Estamos olhando para a América Latina de maneira estratégica, avaliando o potencial de consumo e a estrutura necessária para que cada operação tenha aderência com o público local e seja rentável para o licenciado que ficará responsável pelo negócio. Alguns mercados já apresentam uma relação construída com a marca e, por isso, enxergamos oportunidades para aumentar nossa presença e transformar esse conhecimento em novos pontos de venda”, afirma a presidente da Calçados Bibi, Andrea Kohlrausch.
Modelo de expansão combina lojas e parceiros locais
A internacionalização da Bibi é estruturada principalmente por meio de licenciamento e com parceiros que já atuam com a marca no exterior por meio de lojas multimarcas. O modelo permite que a empresa utilize o conhecimento destes fornecedores sobre os mercados locais e, ao mesmo tempo, avance gradualmente na implantação de operações exclusivas. A estratégia também possibilita que a Bibi acompanhe o desempenho da marca e dos produtos em diferentes países antes de avaliar investimentos mais robustos em lojas exclusivas da rede. A partir do relacionamento desenvolvido com os licenciados, a empresa identifica mercados com maior potencial e oportunidades para ampliar a distribuição e a presença física.
“O modelo com licenciados é importante porque nos permite estar próximos dos mercados e entender suas particularidades. A partir dessa experiência, conseguimos identificar onde existe potencial para uma expansão mais estruturada, como a abertura de unidades e a ampliação da presença digital”, explica Andrea.
A estratégia internacional da calçadista começou ainda nos anos 1970, com a exportação e a fabricação de produtos private label para mercados estrangeiros. Na década de 1990, a Bibi passou a exportar calçados de design e marca própria, consolidando a atuação internacional. Atualmente, os produtos da marca chegam a países em todos os continentes. A expansão da rede de lojas exclusivas ganhou força como parte dessa estratégia e levou a empresa a estabelecer operações em diferentes mercados internacionais. Em 2025, a rede implantou cinco novas unidades no exterior em países como Angola, Bolívia, Equador e Paraguai, somando 24 pontos de venda. Para os próximos anos, a Bibi segue com o objetivo de ingressar em novos shopping centers, visando atingir a meta de 100 operações internacionais até 2030.
“Com 77 anos de história, combinamos a experiência acumulada no mercado brasileiro com uma estratégia de crescimento internacional baseada em parceiros locais, canais digitais e expansão da rede física. O plano é seguir aumentando a participação da operação internacional no desenvolvimento da companhia e levar o conceito de experiência da marca a novos consumidores. Para isso, contamos com um portfólio que une conforto, tecnologia e design, o que nos torna referência no desenvolvimento de calçados infantis voltados ao desenvolvimento natural e saudável das crianças”, finaliza a presidente.
Sobre a Calçados Bibi
Promover o desenvolvimento natural e saudável para o público de 0 a 9 anos é uma das premissas básicas da Calçados Bibi. A marca é pioneira e líder em desenvolver produtos a partir de pesquisas e estudos científicos. Conquistou reconhecimento do setor a partir do desenvolvimento dos calçados atóxicos, fisiológicos e da tecnologia da exclusiva palmilha Fisioflex Bibi, que proporciona a sensação de andar descalço. Com o propósito de fazer o bem para gerar boas lembranças, a Bibi, fundada em 1949 e referência no mercado de calçados infantis, visa o incentivo às práticas sustentáveis, o estímulo ao desenvolvimento saudável das gerações futuras, e o cumprimento das suas responsabilidades sociais para a construção de um mundo melhor. Com fábricas em Parobé (RS) e em Cruz das Almas (BA), produz mais de 2,6 milhões de pares/peças ao ano. Presente em todos os continentes, está em mais de 5 mil pontos de venda multimarcas, entre Brasil e outros países, além do e-commerce e de uma rede de franquias com mais de mais de 150 lojas. A empresa é a primeira calçadista certificada pelo Selo Diamante de Sustentabilidade, que atesta o compromisso com as iniciativas nos processos industriais, bem como o desenvolvimento de ações em sintonia com os pilares estabelecidos pelo programa de Origem Sustentável: Ambiental, Econômico, Cultural e Social.
Fonte: EVVA Comunicação
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