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RECONHECIMENTO

Escola de Aplicação Feevale será premiada no Salão UFRGS Jovem

Trabalho de alunos do Ensino Fundamental será reconhecido em cerimônia na manhã desta sexta-feira (23).

Publicado em 22/10/2026 às 16:30

(Foto: Divulgação / Universidade Feevale)

A Escola de Aplicação Feevale estará representada, nesta sexta-feira (23), durante o 21º Salão UFRGS Jovem. A cerimônia de premiação destaca o trabalho Os Segredos da Escola e dos Prédios Antigos, desenvolvido por alunos do Ensino Fundamental, sob orientação da professora Fernanda Rodrigues da Silva e coorientação da professora Aline Silveira de Lima Schnorr. A premiação ocorre a partir das 10h, no Salão de Atos da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, em Porto Alegre.

Os estudantes premiados são: Antonela Catarina Masiero de Souza, Antônia da Luz Schneck, Cecília da Costa Klein, Helena Affonso Brizolla, Lara Algayer Trieloff, Manuela Ibarra Corrêa, Maria Luiza Berghahn Pereira, Miguel Weschenfelder Alves, Sophia Nobre Santos e Theo Berghan Konzen. De acordo com a professora Fernanda, o projeto teve início com as visitas na mata localizada na escola e as lendas contadas durante as trilhas: “será que existe mesmo um túnel ligando o nosso prédio a outro colégio da cidade? Será que a mata está na escola ou a escola está na mata?". Segundo ela, essas curiosidades foram o ponto de partida para uma aventura de pesquisa que levou o grupo a descobrir muito mais do que se esperava.

“Ao longo do projeto Os Segredos da Escola e dos Prédios Antigos, saímos pelas ruas do bairro Hamburgo Velho, visitamos casarões, museus e igrejas históricas, entrevistamos moradores antigos e ex-alunos, e mergulhamos em fotografias e documentos guardados há décadas. Descobrimos que nosso prédio foi o Colégio São Jacó, inaugurado em 1915, e que ele viveu muitas histórias — inclusive dois incêndios. As lendas do túnel, por exemplo? Não encontramos provas de que fossem verdadeiras, mas entendemos que elas fazem parte da memória viva da comunidade”, conta a professora.

Para Fernanda o projeto ensinou a olhar para a cidade de outra forma. “Percebemos que cada prédio antigo guarda uma história, e que quando esses espaços desaparecem, uma parte da identidade da cidade vai junto. Preservar o patrimônio cultural não é apenas cuidar de paredes e fachadas, mas cuidar da memória de quem viveu aqui antes de nós e de quem vai viver depois”, completa.

Fonte: Assessoria de Imprensa da Feevale

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