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Oktoberfest de Igrejinha: quando acolher, cuidar e receber bem viram tradição

A cidade, voluntários e empresas compartilham algo essencial: o cuidado de receber bem, aproximar pessoas e fazer com que se sintam parte da comunidade.

Publicado em 09/10/2026 às 08:15

(Foto: Arquivo)

Há lugares aos quais a gente simplesmente chega. E há lugares em que, desde o primeiro momento, a gente se sente em casa.

Em Igrejinha, esse sentimento faz parte de muitos momentos vividos pela comunidade — e a Oktoberfest é um dos maiores exemplos. Por trás da festa que reúne famílias, amigos e visitantes, existe uma grande rede de pessoas que trabalha, participa e se dedica para que cada detalhe esteja pronto para receber bem quem chega.

São voluntários, profissionais, entidades e empresas que, cada um à sua maneira, ajudam a construir a experiência de quem participa. Porque uma festa pode ter música, gastronomia e tradição, mas são as pessoas que dão significado a tudo isso.

Quando receber bem faz toda a diferença

Quem já viveu a Oktoberfest de Igrejinha sabe: existe algo especial na forma como a cidade recebe.

Está no sorriso de quem orienta, na dedicação de quem trabalha nos bastidores, na disposição de quem ajuda e na vontade de fazer com que cada pessoa aproveite a experiência.

Esse cuidado é uma das forças que aproximam a Oktoberfest da própria essência de uma comunidade: olhar para quem chega, criar vínculos e fazer com que as pessoas se sintam parte daquele lugar.

E essa lógica não existe apenas durante a festa. No Rissul, ela faz parte do dia a dia.

Feito de pessoas para pessoas

Assim como a Oktoberfest acontece graças a pessoas que se dedicam para receber outras pessoas, o Rissul também constrói sua relação com a comunidade a partir dessa proximidade.

No cotidiano de uma loja, acolher está nos pequenos gestos: estar disponível, facilitar a rotina, ajudar a encontrar o que se procura e fazer com que cada cliente seja recebido com atenção.

Em Igrejinha, essa relação ganha ainda mais significado. O Rissul faz parte da rotina da cidade e acompanha diferentes momentos de quem vive aqui — das compras do dia a dia às ocasiões que reúnem famílias e amigos.

É uma presença que se constrói no contato com as pessoas e no compromisso de estar próximo da comunidade.

Duas formas de fazer as pessoas se sentirem em casa

A Oktoberfest transforma união em celebração. O Rissul transforma proximidade em cuidado.

Em universos diferentes, existe um ponto de encontro: pessoas que se dedicam para acolher outras pessoas.

Na festa, voluntários e trabalhadores preparam a cidade para receber. No Rissul, as equipes fazem parte da rotina de quem chega todos os dias.

E é justamente essa conexão que mostra que pertencer a uma comunidade também é estar presente nos momentos que importam.

Em Igrejinha, seja para celebrar uma das maiores festas da cidade ou para resolver as compras do cotidiano, existe um sentimento que aproxima todos esses encontros:

É só chegar e se sentir em casa.

Fonte: Portal da Cidade Igrejinha

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